Nos laboratórios de desenvolvimento gerencial se conta uma historinha tida como verdadeira, acontecida na Floresta da Tijuca, Rio de Janeiro. Ei-la:
“Um homem de classe média, profissional liberal, remediado, temente a Deus mais por covardia que por princípio, saiu para uma caminhada na floresta e nela se perdeu. Vagueou horas a fio, tentando encontrar a saída para o seu sufoco. Para onde ia, nada encontrava. De repente, deparou-se com um outro ser humano. E perguntou de bate-pronto:
- Você pode me mostrar o caminho de volta à cidade, pois tenho que receber uns aluguéis ainda hoje, depositando-os de imediato para render alguns porcentos?
A resposta do outro o intrigou:
- Também estou perdido. Mas podemos juntos ajudar um ao outro.
Diante do abismamento provocado, a conclusão recheada de muita esperança:
- Vamos agir em conjunto. Cada um pode dizer ao outro os rumos que já tentou e que não deram certo. Certamente isto nos ajudará a encontrar o caminho correto.”
“Um homem de classe média, profissional liberal, remediado, temente a Deus mais por covardia que por princípio, saiu para uma caminhada na floresta e nela se perdeu. Vagueou horas a fio, tentando encontrar a saída para o seu sufoco. Para onde ia, nada encontrava. De repente, deparou-se com um outro ser humano. E perguntou de bate-pronto:
- Você pode me mostrar o caminho de volta à cidade, pois tenho que receber uns aluguéis ainda hoje, depositando-os de imediato para render alguns porcentos?
A resposta do outro o intrigou:
- Também estou perdido. Mas podemos juntos ajudar um ao outro.
Diante do abismamento provocado, a conclusão recheada de muita esperança:
- Vamos agir em conjunto. Cada um pode dizer ao outro os rumos que já tentou e que não deram certo. Certamente isto nos ajudará a encontrar o caminho correto.”

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