Diante de um quadro nacional violentado por acontecimentos que amortecem os ânimos de milhões, já agredidos por um Ministro de Defesa que não tem conhecimento de nada, nem do valor-trabalho, vale a pena propagar aos quatro ventos os balizamentos que minimizem os efeitos funestos das iniciativas de alguns politicamente irresponsáveis.
Mesmo depois das eleições do segundo turno, continuamos a ouvir promessas mirabolantes, declarações bombásticas e estapafúrdias, histerismos oposicionista e coisas outras que tais. Tudo para angariar simpatias dos mais descidadanizados, os abiscoitados de sempre, que não percebem a evolução dos tempos e costumes.
Ouviremos novamente falar em inflação zero, em redentores esticamentos do São Francisco para matar a sede de milhões de sofridos irmãos nordestinos e na defesa radical da intocabilidade de setores produtivos públicos, daqueles que privilegiam “diferentes”, os sempre avessos às salutares fiscalizações democráticas da sociedade civil. Emergirão, já “semeando” para as próximas disputas eleitorais, esfuziantes defensores dos fracos e dos oprimidos, inúmeros deles oriundos de entidades que “fingem” lutar pela erradicação da miséria e da injustiça social, com isso assegurando polpudas transferências do Erário Público, a maioria delas advindas de contas ainda não devidamente auditadas.
Veremos, a partir de janeiro próximo, pré-candidatos a prefeito com criancinhas no colo, postulantes à vereança devidamente apetrechados com quentíssimas “palavras de ordem”. E alguns outros pretendentes com esposas e filhos em fotografias de sofá grande, domingueiramente paramentados. Os mais piedosos, rezando e pedindo a Deus pela paz e felicidade ... deles, nas urnas. Outros divulgando listas de entusiásticas adesões e confraternizações com gente humilde, se possível da classe mais desdentada possível. Tudo para bem engabelar no horário eleitoral.
Por outro lado, complementando os cenários prévios de disputas eleitorais, o festival de denúncias será antológico, tudo devidamente ampliado pelos meios de comunicação menos independentes. Não faltarão entrevistas, divulgadas em revista de circulação nacional, de especialistas em práticas amorais, imorais e indecentes, oferecendo serviços para quem der mais, ideários à parte, sem qualquer importância. Um parrapápá esculhambatório, de fazer inveja aos mais especializados, escandalizará gregos e troianos: fulano deu a todo mundo quando era pequeno, foi expulso do colégio porque foi visto “praticando” com um colega na banca de estudo, sicrano tem mulheres e filhos fora dos registros cartoriais, beltrano bebe que nem um gambá, seu isso se meteu em maracutaias mil, seu aquilo não sabe nem falar direito, seu aquiloutro tem um viés quase-quase, seu futreco já arriou as calças para ordenanças de um quartel, o irmão dele tendo esbofeteado o pai e cuspido na mãe em pleno dia dela.
Para apimentar o caldeirão eleitoral, também pintarão no pedaço dois personagens por demais conhecidos dos mais experientes: o messias e o anselmo. O primeiro, prometendo mundos e fundos. O segundo desejando ver o circo pegar fogo, para nas chamas se esvair a nossa incipiente trilha democrática, edificada por milhares de abnegados. O primeiro, pau-mandado de graúdo, se encarregando de “sujar” tudo que não se encontra sob o taco do seu amo, do lado de lá ninguém prestando. O segundo, sempre aparentando ser o mais revolucionário de todos, o mais gota serena, tem a tarefa primordial de fingir caminhar para a frente, sem jamais transparecer estar a serviço de retrocessos bestiais. Dois manjadíssimos sagüins, filhotes bastardos de gorila, desservindo à cidadania brasileira.
Mesmo depois das eleições do segundo turno, continuamos a ouvir promessas mirabolantes, declarações bombásticas e estapafúrdias, histerismos oposicionista e coisas outras que tais. Tudo para angariar simpatias dos mais descidadanizados, os abiscoitados de sempre, que não percebem a evolução dos tempos e costumes.
Ouviremos novamente falar em inflação zero, em redentores esticamentos do São Francisco para matar a sede de milhões de sofridos irmãos nordestinos e na defesa radical da intocabilidade de setores produtivos públicos, daqueles que privilegiam “diferentes”, os sempre avessos às salutares fiscalizações democráticas da sociedade civil. Emergirão, já “semeando” para as próximas disputas eleitorais, esfuziantes defensores dos fracos e dos oprimidos, inúmeros deles oriundos de entidades que “fingem” lutar pela erradicação da miséria e da injustiça social, com isso assegurando polpudas transferências do Erário Público, a maioria delas advindas de contas ainda não devidamente auditadas.
Veremos, a partir de janeiro próximo, pré-candidatos a prefeito com criancinhas no colo, postulantes à vereança devidamente apetrechados com quentíssimas “palavras de ordem”. E alguns outros pretendentes com esposas e filhos em fotografias de sofá grande, domingueiramente paramentados. Os mais piedosos, rezando e pedindo a Deus pela paz e felicidade ... deles, nas urnas. Outros divulgando listas de entusiásticas adesões e confraternizações com gente humilde, se possível da classe mais desdentada possível. Tudo para bem engabelar no horário eleitoral.
Por outro lado, complementando os cenários prévios de disputas eleitorais, o festival de denúncias será antológico, tudo devidamente ampliado pelos meios de comunicação menos independentes. Não faltarão entrevistas, divulgadas em revista de circulação nacional, de especialistas em práticas amorais, imorais e indecentes, oferecendo serviços para quem der mais, ideários à parte, sem qualquer importância. Um parrapápá esculhambatório, de fazer inveja aos mais especializados, escandalizará gregos e troianos: fulano deu a todo mundo quando era pequeno, foi expulso do colégio porque foi visto “praticando” com um colega na banca de estudo, sicrano tem mulheres e filhos fora dos registros cartoriais, beltrano bebe que nem um gambá, seu isso se meteu em maracutaias mil, seu aquilo não sabe nem falar direito, seu aquiloutro tem um viés quase-quase, seu futreco já arriou as calças para ordenanças de um quartel, o irmão dele tendo esbofeteado o pai e cuspido na mãe em pleno dia dela.
Para apimentar o caldeirão eleitoral, também pintarão no pedaço dois personagens por demais conhecidos dos mais experientes: o messias e o anselmo. O primeiro, prometendo mundos e fundos. O segundo desejando ver o circo pegar fogo, para nas chamas se esvair a nossa incipiente trilha democrática, edificada por milhares de abnegados. O primeiro, pau-mandado de graúdo, se encarregando de “sujar” tudo que não se encontra sob o taco do seu amo, do lado de lá ninguém prestando. O segundo, sempre aparentando ser o mais revolucionário de todos, o mais gota serena, tem a tarefa primordial de fingir caminhar para a frente, sem jamais transparecer estar a serviço de retrocessos bestiais. Dois manjadíssimos sagüins, filhotes bastardos de gorila, desservindo à cidadania brasileira.
Preguiça, ignorância, demagogia e incompetência, definitivamente, não são armas para quem busca transformações sociais conseqüentes e duradouras. George Orwell costumava dizer que os jovens intelectuais de classe média vão para a esquerda por desemprego, sempre cobrando dos outros aquilo que não podem oferecer. Por aqui, os mais exaltados são alguns fronteiriços, sempre de olho em cargos de remunerações polpudas, que proporcionem mandos, desmandos e nenhuma efetividade gerencial. Valendo apenas o agora eleitoreiro, o resto que se exploda todo.

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