"Nossa maturidade nos conduz a um verdadeiro reconhecimento de nossa situação diante de Deus. Deus quer que saibamos que devemos viver como quem administra sua vida sem ele. O Deus que está conosco é aquele que deserta de nós. O Deus que nos permite viver no mundo sem a hipótese funcional de Deus, é aquele diante do qual permanecemos continuamente. Diante de Deus e com Deus, vivemos sem ele."
Este trecho de autoria de Dietrich Bonhoeffer abre o prefácio de John Shelby Spong, bispo episcopal anglicano de Newark por 24 anos, no seu livro UM NOVO CRISTIANISMO PARA UM MUNDO NOVO - A FÉ ALÉM DOS DOGMAS, Verus Editora, 2006.
A leitura do livro do bispo Spong seguramente esclarecerá mentes e aclarará os corações daqueles que desejam ser proprietários da Mensagem Cristã, utilizando-a como argumento para as mais descabidas discriminações e os mais abjetos propósitos, tal e qual fazem os déspotas de ontem e os contemporâneos. Os mesmos que, sob propósitos enviesados, amedrontam os de criticidade mais frágeis, os que ainda se encontram numa transitividade ingênua, expressão utilizada pelo Paulo Freire, um educador pernambucano de talento.
Inúmeros "pagam com o exílio sua lentidão de libertar-se de interesses obsoletos", desabafo de Christian Duquoc, frade dominicano e teólogo dos mais respeitados no exterior, autor do A TEOLOGIA DO EXÍLIO, recentemente lançado pela Editora Vozes.
Num tempo de incontestável degradação da prática cristã, vivemos as primeiras épocas de uma nova teologia da revelação, onde o respeito radical pelas diferenças deverá ser o balizador único de uma convialidade fraterna. Caso contrário, estaremos expondo pedaços de Cristo em múltiplas satisfações de subjetivismos matreiros, ignorando o brado paulino que jamais ignorou que "uma multidão só existe quando participa de algum modo de uma unidade".
Desculpem-me o desabafo de um final de noite, numa vigília de mãe com Alzheimer que principia seu caminho de volta ao Pai. Mas achei-o necessário, diante de centenas de e-mails recebidos, manifestações de pretensas lideranças que desejam impor pensamento único aos Filhos da Criação, autores que se imaginam herdeiros únicos do mapa do Caminho.
Este trecho de autoria de Dietrich Bonhoeffer abre o prefácio de John Shelby Spong, bispo episcopal anglicano de Newark por 24 anos, no seu livro UM NOVO CRISTIANISMO PARA UM MUNDO NOVO - A FÉ ALÉM DOS DOGMAS, Verus Editora, 2006.
A leitura do livro do bispo Spong seguramente esclarecerá mentes e aclarará os corações daqueles que desejam ser proprietários da Mensagem Cristã, utilizando-a como argumento para as mais descabidas discriminações e os mais abjetos propósitos, tal e qual fazem os déspotas de ontem e os contemporâneos. Os mesmos que, sob propósitos enviesados, amedrontam os de criticidade mais frágeis, os que ainda se encontram numa transitividade ingênua, expressão utilizada pelo Paulo Freire, um educador pernambucano de talento.
Inúmeros "pagam com o exílio sua lentidão de libertar-se de interesses obsoletos", desabafo de Christian Duquoc, frade dominicano e teólogo dos mais respeitados no exterior, autor do A TEOLOGIA DO EXÍLIO, recentemente lançado pela Editora Vozes.
Num tempo de incontestável degradação da prática cristã, vivemos as primeiras épocas de uma nova teologia da revelação, onde o respeito radical pelas diferenças deverá ser o balizador único de uma convialidade fraterna. Caso contrário, estaremos expondo pedaços de Cristo em múltiplas satisfações de subjetivismos matreiros, ignorando o brado paulino que jamais ignorou que "uma multidão só existe quando participa de algum modo de uma unidade".
Desculpem-me o desabafo de um final de noite, numa vigília de mãe com Alzheimer que principia seu caminho de volta ao Pai. Mas achei-o necessário, diante de centenas de e-mails recebidos, manifestações de pretensas lideranças que desejam impor pensamento único aos Filhos da Criação, autores que se imaginam herdeiros únicos do mapa do Caminho.

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