Na quarta-feira de cinzas passada, fui dar um abraço no João Silvino da Conceição, que estava feliz como nunca, dada a aprovação de uma filha numa seleção de executivos para empresa de consultoria respeitada nacionalmente.
Dona Ceça, mulher do João, definida por alguém como sete arrobas bem distribuídas e ainda com pouca elasticidade mamária, sessentona experiente, mente livre e sempre solta, nenhuma flacidez abdominal, muitos quilômetros bem dados, serenidade lindona, sem as louracidades artificiais que só raciocinam pelo escape, estava presente. Ela não perde oportunidade para mostrar os pitacos do João, feitos durante o carnaval, ainda sem qualquer arte final. Revelo alguns:
1. Se um governo não-petista desembolsasse cem milhões de dólares a mais por ano com o gás boliviano, o mundo viria abaixo, os muros estariam pichados, a gritaria seria geral e os impropérios contra o arreganhamento do governo ocupariam manchetes de jornais e televisões. Reproduzo Carlito Maia, o alagoano Barão de Jaraguá, em seu blog, nota de Cláudio Humberto: De 1957, representando o Exército no Conselho Nacional do Petróleo, a 1979, quando deixou a presidência da República, o general Ernesto Geisel sempre foi contra a construção do gasoduto boliviano. Hoje, o cocaleiro Evo Morales, ao sabotar a parceria brasileira, diante da passividade do governo Lula, dá razão ao argumento de Geisel: - E quando aqueles bolivianos fecharem a válvula, o que eu faço? Mando o Exército lá abrir?
2. Diante dos acanalhantes percentuais de aumento para cargos executivos, propostos pelos legislativos brasileiros – federal, estaduais e municipais -, bom seria que aparecesse uma proposta popular de PEC nos seguintes dizeres: “Os percentuais de aumento salarial para os integrantes dos três poderes, sem qualquer exceção, serão sempre os mesmos para todos os níveis hierárquicos”. Caso contrário, continuaremos a ver propostas de bancadas esquerdeiras ampliando o fosso salarial entre as maiores e as menores remunerações. Numa redistribuição de renda inversa à moral e aos bons costumes.
3. Acredito que nenhuma legislação deve ser tida e havida como vestal, intocável, eterna, imexível, como dizia aquela coisa que foi Ministro do Trabalho. O Estatuto da Criança e do Adolescente necessita ser revisto, num processo de contínuo aperfeiçoamento diante das novas alterações comportamentais verificadas no mundo. Sendo contrário à redução da idade criminal, aplaudo as três dimensões citadas pelo deputado Fernando Gabeira para o enfrentamento da situação: a preventiva: mudar a qualidade da polícia; a penal: apressar e aumentar o rigor; a intervencionista: promover a qualidade do sistema penitenciário.
4. Impressionante o atual acocoramento das oposições brasileiras. Diferentemente dos tempos em que, por aqui, quase apedrejaram o Palácio das Princesas, chamando irresponsavelmente o então governador de Pinochet de Pernambuco, as atuais oposições ainda não sabem como agir efetivamente diante da denúncia de editorial da Folha de São Paulo, de 18 de fevereiro, em plena folia: “Nada diferencia PT, PMDB, PTB, PCdoB; toda base do governo Lula se orienta pelo raciocínio fisiológico e aparelhista”.
5. Começo a entender as razões maiores do esperneio contrário ao projeto que anistia o ex-deputado José Dirceu. Uma delas é o potencial eleitoral que ele representa para 2010. Podendo até candidatar-se à sucessão do presidente Lula, o ex-deputado assusta pelo alto grau de articulação que possui, além de ser dotado de reconhecida densidade cerebral.
6. Entronizar Marta Suplicy no Ministério de Educação é eletrocutar no nascedouro as perspectivas de uma educação de qualidade que promova a cidadania, a profissionalidade e o próprio desenvolvimento nacional. A sua pós-graduação é em outro setor.
Suas notas, João Silvino da Conceição, ampliam a minha “enxergância”.
Dona Ceça, mulher do João, definida por alguém como sete arrobas bem distribuídas e ainda com pouca elasticidade mamária, sessentona experiente, mente livre e sempre solta, nenhuma flacidez abdominal, muitos quilômetros bem dados, serenidade lindona, sem as louracidades artificiais que só raciocinam pelo escape, estava presente. Ela não perde oportunidade para mostrar os pitacos do João, feitos durante o carnaval, ainda sem qualquer arte final. Revelo alguns:
1. Se um governo não-petista desembolsasse cem milhões de dólares a mais por ano com o gás boliviano, o mundo viria abaixo, os muros estariam pichados, a gritaria seria geral e os impropérios contra o arreganhamento do governo ocupariam manchetes de jornais e televisões. Reproduzo Carlito Maia, o alagoano Barão de Jaraguá, em seu blog, nota de Cláudio Humberto: De 1957, representando o Exército no Conselho Nacional do Petróleo, a 1979, quando deixou a presidência da República, o general Ernesto Geisel sempre foi contra a construção do gasoduto boliviano. Hoje, o cocaleiro Evo Morales, ao sabotar a parceria brasileira, diante da passividade do governo Lula, dá razão ao argumento de Geisel: - E quando aqueles bolivianos fecharem a válvula, o que eu faço? Mando o Exército lá abrir?
2. Diante dos acanalhantes percentuais de aumento para cargos executivos, propostos pelos legislativos brasileiros – federal, estaduais e municipais -, bom seria que aparecesse uma proposta popular de PEC nos seguintes dizeres: “Os percentuais de aumento salarial para os integrantes dos três poderes, sem qualquer exceção, serão sempre os mesmos para todos os níveis hierárquicos”. Caso contrário, continuaremos a ver propostas de bancadas esquerdeiras ampliando o fosso salarial entre as maiores e as menores remunerações. Numa redistribuição de renda inversa à moral e aos bons costumes.
3. Acredito que nenhuma legislação deve ser tida e havida como vestal, intocável, eterna, imexível, como dizia aquela coisa que foi Ministro do Trabalho. O Estatuto da Criança e do Adolescente necessita ser revisto, num processo de contínuo aperfeiçoamento diante das novas alterações comportamentais verificadas no mundo. Sendo contrário à redução da idade criminal, aplaudo as três dimensões citadas pelo deputado Fernando Gabeira para o enfrentamento da situação: a preventiva: mudar a qualidade da polícia; a penal: apressar e aumentar o rigor; a intervencionista: promover a qualidade do sistema penitenciário.
4. Impressionante o atual acocoramento das oposições brasileiras. Diferentemente dos tempos em que, por aqui, quase apedrejaram o Palácio das Princesas, chamando irresponsavelmente o então governador de Pinochet de Pernambuco, as atuais oposições ainda não sabem como agir efetivamente diante da denúncia de editorial da Folha de São Paulo, de 18 de fevereiro, em plena folia: “Nada diferencia PT, PMDB, PTB, PCdoB; toda base do governo Lula se orienta pelo raciocínio fisiológico e aparelhista”.
5. Começo a entender as razões maiores do esperneio contrário ao projeto que anistia o ex-deputado José Dirceu. Uma delas é o potencial eleitoral que ele representa para 2010. Podendo até candidatar-se à sucessão do presidente Lula, o ex-deputado assusta pelo alto grau de articulação que possui, além de ser dotado de reconhecida densidade cerebral.
6. Entronizar Marta Suplicy no Ministério de Educação é eletrocutar no nascedouro as perspectivas de uma educação de qualidade que promova a cidadania, a profissionalidade e o próprio desenvolvimento nacional. A sua pós-graduação é em outro setor.
Suas notas, João Silvino da Conceição, ampliam a minha “enxergância”.

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